Já não era mais necessario o marcador de livro.
As páginas chagaram-se ao fim e um fim sem fronteiras.
O livro ainda plainava dentro da alma.
O se entregar foi tão súbto e intenso
que os questionamentos eram infinitos.
O ser, existir...agora se sabe o que não tem resposta.
Só permanece ali no fluxo de conciencia, inteligivel.
E as comparações são feitas simplesmente no ler, reconhecer.
Boas e singelas.
Mas afeta o ser e estar.
O querer refazer o livro, se achar como o personagem,
trasncende tudo.
No entanto, nada é seguro nem palpavel sem o conhecer..
E o labirinto ainda continua embriagado..

