Solidão não tem nada a ver com silêncio.Nem mesmo com a presença ou não de companhia. Solidão é centrar em você mesmo, sempre, nos seus pensamentos, nos seus sentimentos, assim como faço agora. Assim como escrevo minha solidão nesta página que antes na solidão branca passou a ter a companhia dessas letras ordenadas em total melancolia. As vezes até sem você mesmo a solidão existe. Quando você procurar ser alguém, que a sua coragem não acontece para poder ser, então solidão. Esta acontece porque não encontra você mesmo, e o que antes era só com você agora não existe nenhuma alma , só o vazio que é amigo número um da solidão.
Solidão não se trata de problema. Tem até quem ache que ela seja solução para muitas coisas. Estar na solidão nos dá tempo ao tempo, ainda mais nessa sociedade cada vez mais moderna em que a velocidade é aspecto fundamental para aqueles que querem dessa modernidade viver. A solidão nos dá minutos de reflexões sobre a vida que levamos e com esse tempo dado resolvemos mudar de rumo, resolver o problema. Ou não. Talvez refletimos e caimos na solidão com a mesmice. O fato é que a solidão é algo inevitável.
sábado, 31 de outubro de 2009
sábado, 27 de junho de 2009
sábado, 20 de junho de 2009
Te quiero...
Tudo começou na embriaguês do ser.Somos todos bebados, cheios de amor e vida pra dar.E naquele pequeno gesto, as mãos enlaçadas, ele me conquistou.No frio de um inverno mais rigoroso sem pretenções, ele me aqueceu em seus braços como se nada mais houvesse ao nosso redor.Como uma criança, buscou abrigo em meu colo e eu, na subita felicidade subi ao paraiso e de lá não mais retornei. Por nada mais evoluir o sonho continuou por dias de angustias de uma saudade intensa, sem medições e entendimentos. Por um simples abraço levou meu coração sem pedir.E sem pedir continuou em suas posses. Que olhos verdes, que sorriso eram aqueles que da minha lembraça não saiam.Por isso meus sonhos mal sonhados, minha imaginação mal pensada que de tudo apenas me iludia.E foi quando novamente retornei em vê-lo e alegrar ainda mais meu coração que em sua posse continuava. Mas o entendimento era maior, e o desejo mais aflorado.. No entando a embriaguês contia apenas um.E de nada adianatava se ambos não estivessem na mesma embriaguês.Nada evoluiu, se não a conversa e o desejo crescido.O sonho ainda iludido e o amor sentido.Terei, sim, ainda o terei como desejo, como homem que roubou meu coração.
domingo, 3 de maio de 2009
Visão Dalí
Bela janela chamuscada era aquela.
Cheia de pontinhos e manchas que se não
Estivessem ali poderiam facilitar a visão além Dalí
Que de nada adiantaría que ali,
Eu sem as minhas lentes brilhantes,
Ao invéz da visão que háveria de vir
Seriam duas as visões embaçadas tipo Dalí.
òh Salvador, de onde andará minha visão
De que invão eu segui posto que em rumo me perdi?
Embaçadas voaram na Liberdade que um dia irei seguir.
Cheia de pontinhos e manchas que se não
Estivessem ali poderiam facilitar a visão além Dalí
Que de nada adiantaría que ali,
Eu sem as minhas lentes brilhantes,
Ao invéz da visão que háveria de vir
Seriam duas as visões embaçadas tipo Dalí.
òh Salvador, de onde andará minha visão
De que invão eu segui posto que em rumo me perdi?
Embaçadas voaram na Liberdade que um dia irei seguir.
terça-feira, 28 de abril de 2009
Sem ponto Sem rumo
Tanto me perdi que quase não entro
Que quando entro já me perco dentro
Não sabendo mais por onde seguir..
Que quando entro já me perco dentro
Não sabendo mais por onde seguir..
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009
Jogo sem fim
Dessa janela aberta que nada sai
Desse corpo que corpo não é e que capa se faz
Desse pensamento medíocre sem luz
Dessa vida traiçoeira que nada seduz
Desse amor que me convêm
Desse vazio que me tem
Dessa imaginação que me usa
Dessa rotina que abusa
Desse medo incontrolável
Dessa timidez inegável
Dessa natureza em mim
Desse jogo sem fim
Desse corpo que corpo não é e que capa se faz
Desse pensamento medíocre sem luz
Dessa vida traiçoeira que nada seduz
Desse amor que me convêm
Desse vazio que me tem
Dessa imaginação que me usa
Dessa rotina que abusa
Desse medo incontrolável
Dessa timidez inegável
Dessa natureza em mim
Desse jogo sem fim
domingo, 18 de janeiro de 2009
Minhas poesias
Deixo minhas poesias
para as palavras perdidas
desta vida vazia
Não as monto, nem decifro
os que tem o dom
que utilizem como artificio
Eu apenas sinto, pressinto
e guardo-as bem fechadas
naquele infinito labirinto
para as palavras perdidas
desta vida vazia
Não as monto, nem decifro
os que tem o dom
que utilizem como artificio
Eu apenas sinto, pressinto
e guardo-as bem fechadas
naquele infinito labirinto
sexta-feira, 9 de janeiro de 2009
...
De inicio ela se contentava com aquele sentimento sem sentido. Bastava olhar a primeira página e lá estava o rosto dele, atormentando-a. No entanto, ela se sentia viva com aquilo e com aquela música deprimente que susurrava ao fundo. Mas depois do dia em que uma amiga lhe jogou sem paradas e ajustamentos, 'Chega dos seus platonismos', ela sentou-se na cama, não mais ouvindo internamente a música, parou de se sentir. Relembrava, com ajuda, dos que passaram de forma vil e que poderiam ter ficado. E não ficaram pelo motivo já esposto na frase jogada. Era tantos delírios que ela se perdia em um universo diferente e deixavam escapar os que ainda vieram. O 'fantástico mundo', já dito por outra pessoa bem próxima. A dor dos prefácios era pronfunda e incurável. Era como o grito antes ouvido na música, antes sentido no peito. Que agora nada mais estava além de vazio. Dilemas, blasfêmias, que ela mesmo sabia que não iriam acabar porque sabia da impossível mudança, não há como mudar o interno e os poucos neurônios em função. É de fábrica e por não dizer impossível, ajustáveis em um rótulo externo.
quinta-feira, 8 de janeiro de 2009
Pelo bater de um coração
Sempre é aquela mesma luta. O olhar se apaixona, o coração se inclina às ilusões
E tudo se acaba. Começam as cenas de um filme idealizado.
Pensamentos constantes, imaginações altamente criativas.
Mas não saem dalí. Daquela caixa pensante
São meras imagens inventadas de um fluxo de vida que não ocorrerá.
Pelo belo prazer de sentir, se sentir no mundo da paixão.
Pelo frio da espectativa na barriga. Pelo bater de um coração.
domingo, 4 de janeiro de 2009
Querer mais.
Eu quero viver mais e preocupar menos.Sair por ai como se as horas não tivessem
seguimento contínuo e uma agenda obrigatória.Eu quero ser mais.
Ser tudo o que quiser ser sem analisar o fato de ambos os seres
se comunicarem ou não.Eu quero ser de todas as tribos.Eu quero ser eu.
Quero viver no samba, beber o samba, comer o samba, gritar o samba...
Está nascendo um novo lider do meu próprio ritmo.
Quero me arriscar mais.Me apaixonar mais.Sem medo, sem pudor, sem pensar.
Me amarrar.Imaginar um futuro a dois.Viver minutos, segundos...intensos.
Eu quero meu jaleco branco.E terei!
seguimento contínuo e uma agenda obrigatória.Eu quero ser mais.
Ser tudo o que quiser ser sem analisar o fato de ambos os seres
se comunicarem ou não.Eu quero ser de todas as tribos.Eu quero ser eu.
Quero viver no samba, beber o samba, comer o samba, gritar o samba...
Está nascendo um novo lider do meu próprio ritmo.
Quero me arriscar mais.Me apaixonar mais.Sem medo, sem pudor, sem pensar.
Me amarrar.Imaginar um futuro a dois.Viver minutos, segundos...intensos.
Eu quero meu jaleco branco.E terei!
sexta-feira, 2 de janeiro de 2009
Sem lenço, sem documento e sem confiança.

O ano se começa com a quase inexistente confiança no ser humano,
o que antes não era bastante agora não existe por puro azar ou falta
de construção da sorte.
Aquele que levou os bens materias de nada me comove, indiferença sob a
pior raça que o ser tem, e são tantas...
O que fica é a análise de uma vida que não ia, não sentia o sentido essencial.
Sem lenço e sem documento, nada mais vale do que construir algo nada
visto, como se o nascer fosse ontem mas com a experiencia de um passado não vivido.
Seria mais fácil conhecer os mistérios da morte do que aprender a viver.
Mas o começo virá com metas, essa é a certeza.
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