Ao entrar naquela pequena sala de 60 pessoas ainda me sinto só.
Como se tivesse uma redoma de vidro ao meu redor inibindo qualquer
tipo de contato.Um barulho exterior que não penetra no meu interior.
Ele fica constante ao fundo e só o pensamento toma conta de tudo.
Não existe escolhas precisas.Ao mesmo tempo em que o desejo de sair
da redoma floresce, a necessidade de proteção dentro dela fica maior.
São tantas as pessoas que nem se quer para pra imaginar ou cogitar a
existencia de outras.A explosão de sentimentos se torna opaca,
a luz é insuficiente para os deixarem expandir.
Seria tão mais fácil o viver se o amor não tivesse seus deltas e se unificasse.
Ninguém gosta de ser o segundo, ninguem gosta de esperar.Todos querem amar.
Como já disseram: 'eu quero um amor com sabor de fruta mordida..'
E não mais esperar.
sexta-feira, 19 de setembro de 2008
sexta-feira, 5 de setembro de 2008
Clandestina
Por trás da janela a menina jura existir uma felicidade exterior.
A questão é como interioriza-la. Já se passaram tantos anos.
Todos eles despercebidos quanto aquela existencia. E agora.
O presente se faz viril e requer a tal felicidade.
Clandestina.
A impressão que se consta é a fuga perfeita.
Onde estará em cada canto do mundo?
A procura é inevitável, não obstante, inalcançavel.
Sobra a experiencia dos tantos anos...
Esperas, cantorias feitas e desfeitas...
A questão é como interioriza-la. Já se passaram tantos anos.
Todos eles despercebidos quanto aquela existencia. E agora.
O presente se faz viril e requer a tal felicidade.
Clandestina.
A impressão que se consta é a fuga perfeita.
Onde estará em cada canto do mundo?
A procura é inevitável, não obstante, inalcançavel.
Sobra a experiencia dos tantos anos...
Esperas, cantorias feitas e desfeitas...
Assinar:
Postagens (Atom)