Por trás da janela a menina jura existir uma felicidade exterior.
A questão é como interioriza-la. Já se passaram tantos anos.
Todos eles despercebidos quanto aquela existencia. E agora.
O presente se faz viril e requer a tal felicidade.
Clandestina.
A impressão que se consta é a fuga perfeita.
Onde estará em cada canto do mundo?
A procura é inevitável, não obstante, inalcançavel.
Sobra a experiencia dos tantos anos...
Esperas, cantorias feitas e desfeitas...
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