sábado, 31 de dezembro de 2011

Passagem sem fim

Não há fim. É só uma passagem que cronometramos para chegar a um começo do meio que não conseguimos terminar. As mudanças sempre virão. Não foi um fim que as possibilitaram. Foi você. Fui eu. Fomos nós. As lamúrias, as alegrias, os afagos, as paixões, estarão todas presentes independente desta passagem. Nós somos túneis de experimentações. Elas podem se esconder. Você pode fugir. Mas tudo estará em você. Não há contagem de tempo que as façam ter um fim. E agora? José? Maria? Eu? Você? VIVAMOS. Com todas as cargas energética que essa palavra possui. Na sua carne literal. No âmago. Não nas passagens, mas nos passando.