
O ano se começa com a quase inexistente confiança no ser humano,
o que antes não era bastante agora não existe por puro azar ou falta
de construção da sorte.
Aquele que levou os bens materias de nada me comove, indiferença sob a
pior raça que o ser tem, e são tantas...
O que fica é a análise de uma vida que não ia, não sentia o sentido essencial.
Sem lenço e sem documento, nada mais vale do que construir algo nada
visto, como se o nascer fosse ontem mas com a experiencia de um passado não vivido.
Seria mais fácil conhecer os mistérios da morte do que aprender a viver.
Mas o começo virá com metas, essa é a certeza.
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