segunda-feira, 9 de junho de 2008

Quimeras

Te quero, te quero como nenhum poeta quiz um amor antes.
Te quero como nunca quiz adiante.

Tive, fui longe , e não te tenho mais.
Não me procurou, não me amou
Então sozinha fiquei em meu cais.

E hoje, ainda sonho contigo
Nos mais belos e profundos
como se nada tivesse perdido..

E tu não te lembras do que foi
ou do que fui, mas ainda sentirás falta
do que teve, do que fomos.

E eu , nas minhas infinitas quimeras
Do verão a primavera, estarei a tua espera..

2 comentários:

Ma disse...

parece que alguém por aqui andou tendo altos sonhos. e que belos sonhos. me empresta algum deles?
com muito amor,

Marcela.

Hahaha disse...

Rá....

Sabe que adorei isso...

Não sei. Sempre fui apaixonado por paixões...

De qualquer tipo, de qualquer jeito...

Dessas que mostram desilusão, mas na verdade têm é uma esperança enorme, então...

sempre bom vir aqui...